Esse é o trato. A gente armazena seus dados, mas eles saem do seu navegador já ilegíveis — e ninguém na nossa ponta tem a chave pra abrir. Nem hacker invadindo o servidor, nem o admin, nem ordem judicial. Só você, com sua senha.
Quando você cria conta, sua senha vira uma chave de criptografia no seu próprio navegador. Antes de qualquer coisa subir pro servidor, ela é embaralhada com essa chave. O que chega lá é um blob ilegível.
Ela nunca sai do navegador como texto.
PBKDF2 com 600.000 iterações + salt único.
AES-256-GCM antes de subir.
Não tem a chave. Não consegue ler.
É o mesmo modelo que apps tipo Signal, ProtonMail e 1Password usam. A diferença é que aqui é pra mobi de Habbo.
Abre o painel logado, aperta F12 no navegador,
vai na aba Network, e olha o que sai pra /api/sync.php.
Você vai ver algo assim:
POST /api/sync.php
{
"encrypted_blob": "k7+yT2vLhP8qN3mZx9Rj8aE...",
"iv": "f3a8c1b9d2e4..."
}
Esse encrypted_blob contém todas as suas operações,
câmbio salvo, etc. Só dá pra abrir com a chave derivada da sua senha. Sem ela,
é ruído.
💡 O código de criptografia é JavaScript que roda no seu navegador. Você pode
ler tudo no view-source da página.
Honestidade importa. Algumas coisas precisam estar em texto plano pro sistema funcionar:
Não. Sério, não tem. A senha É a chave de criptografia. Sem ela, seus dados são lixo aleatório, inclusive pra gente. Se esquecer, cria conta nova. Esse é o preço da privacidade real.
O atacante leva os blobs criptografados e o hash bcrypt da senha. Sem a senha original, o blob é inútil — AES-256-GCM com chave derivada de PBKDF2 a 600k iterações leva séculos pra força bruta com hardware atual. O hash bcrypt da senha também não dá pra reverter sem força bruta dicionário.
Não. Tecnicamente impossível com a senha original. A gente vê o blob criptografado passando, vê seu email e quando você logou. Não vê o conteúdo.
Funciona normalmente. Você digita a senha, o navegador deriva a chave, baixa o blob, descriptografa. Tudo localmente. Em qualquer lugar.
Pergunta justa. A resposta honesta: você confia tanto quanto confia que a gente não vai trocar o código no futuro. Pra mitigar isso: o código é legível direto no navegador (view-source), e a intenção é publicar o módulo de criptografia em um repositório público. Quem quiser auditar, pode.
Porque a senha é a chave de criptografia. Login social significaria que a gente teria que gerenciar a chave do seu lado de outra forma — e qualquer forma quebra o modelo. O custo de digitar uma senha é o que paga a privacidade.
O blob criptografado e o registro de email são apagados do banco. Como o blob já é ilegível pra gente, na prática é só remover o lixo. Os logs de acesso ficam por 90 dias por padrão e depois são apagados automaticamente.
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